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	<title>Marina Ferrarezze, Autor em Planeta Cativante</title>
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	<description>Cativando o seu espírito aventureiro</description>
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	<title>Marina Ferrarezze, Autor em Planeta Cativante</title>
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		<title>Caribe colombiano: Santa Marta e suas belezas naturais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marina Ferrarezze]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2017 19:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[América]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os brasileiros que viajam para o caribe colombiano normalmente tem um roteiro definido: Cartagena e San Andrés. Neste artigo vamos mostrar porque Santa Marta e seus arredores devem ser incluídos no roteiro dos brasileiros que querem conhecer o que a Colômbia tem de melhor. Quando falamos em belezas naturais em Santa Marta, queremos dizer toda a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b></b><span style="font-weight: 400;">Os brasileiros que viajam para o caribe colombiano normalmente tem um roteiro definido: Cartagena e San Andrés. Neste artigo vamos mostrar porque Santa Marta e seus arredores devem ser incluídos no roteiro dos brasileiros que querem conhecer o que a Colômbia tem de melhor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando falamos em belezas naturais em Santa Marta, queremos dizer toda a natureza ao redor desta cidade grande, que normalmente é o QG dos mochileiros que vão explorar os seus arredores. A maioria dos hostels em Santa Marta possui um depósito para as bagagens mais pesadas, assim você pode levar apenas o essencial para explorar as redondezas.</span></p>
<h2><b>Santa Marta</b></h2>
<figure id="attachment_2845" aria-describedby="caption-attachment-2845" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Santa-Marta-2.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2845 size-full" src="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Santa-Marta-2-e1490636491807.jpg" alt="" width="1500" height="899" /></a><figcaption id="caption-attachment-2845" class="wp-caption-text">Santa Marta. Foto: Brennan Ehrhardt</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Santa Marta em si é um destino turístico famoso entre os colombianos, já que é mais barato que Cartagena. A cidade pode ser um pouco caótica, com buzinas de ônibus, táxis, mototáxis e, se você for mulher, assediadores em geral. Mas há belezas nessa cidade grande.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A área da Marina é muito agradável, com restaurantes e barzinhos descolados. Algumas quadras sentido centro você encontra o Parque de los Novios, uma praça super bonita, com construções coloniais e duas ruas de pedestre com restaurantes, barzinhos, baladas e bastante agitação noturna. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A praia de Rodadero é cheia de segunda a segunda, independente da época do ano, típica praia dos colombianos em férias. Uma opção mais tranquila é a praia de Taganga, que um dia já foi realmente tranquila, mas atualmente concentra diversos hostels e até baladas concorridas. Este é um dos lugares mais baratos para se fazer mergulho em Santa Marta, vale a pena dar uma pesquisada.</span></p>
<h3><b>Minca</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O pequeno vilarejo de Minca está a cerca de uma hora de Santa Marta. O transporte público não existe, mas há uma cooperativa de transportes com carros que saem da área do Mercado em Santa Marta e leva passageiros para o centrinho de Minca. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Chegando lá, dependendo do hostel e destino, você vai precisar tomar um mototáxi ou prepare-se para uma bela caminhada montanha acima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O hostel mais longe do centro é o <a href="http://www.booking.com/city/co/minca.html?aid=905540&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1" target="_blank">Casa Elemento</a>, um lugar no topo da montanha, com uma vista excepcional. De moto o transporte sai bastante salgado, por isso o mais indicado é encarar a caminhada de quase duas horas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há outras ótimas opções de hospedagem mais perto e tão belas quanto, basta <a href="http://www.booking.com/city/co/minca.html?aid=905540&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1" target="_blank">procurar um pouquinho</a> e você vai encontrar hostels baratos e aconchegantes bem no meio da natureza. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As atividades locais se baseiam em caminhar pela mata, conhecer fazendas de café, visitar as cachoeiras e comer bem e saudável. Vale a pena ficar pelo menos duas noites em Minca se desligar da cidade grande e recarregar as energias. </span></p>
<h3><b>Parque Tayrona</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta é uma reserva natural na área onde viveram os índios Tayrona. O <a href="http://www.booking.com/searchresults.html?region=6349&amp;aid=905540&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1" target="_blank">parque</a> é enorme e se você não se importar em viver num esquema roots, pode separar pelo menos duas noites por lá. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para chegar, basta pegar um ônibus em Santa Marta, que também sai da região do Mercado. Em cerca de uma hora, o ônibus vai te deixar na entrada principal do parque, chamada El Zaino. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir dali, você paga a entrada do parque, algo em torno de R$ 55, independente de quantos dias você passar no parque, e pode pegar uma van para onde a caminhada de verdade começa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste estágio você vai agradecer por ter deixado sua mochila pesada em Santa Marta, pois a caminhada é longa. Ela pode ser feita por um caminho de madeira ou pelas pedras, com um visual estimulante das praias virgens do parque.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há algumas opções de hospedagem no parque e todas elas envolvem uma rede ou uma barraca de camping. Em Arrecifes, uma das primeiras praias que contam com hospedagem, estão as acomodações mais baratas. O Camping do Jacobo, por exemplo, oferece uma rede e um banheiro sem portas e ao ar livre por mais ou menos R$ 10. Mas há outras opções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cabo San Juan é o point mais badalado, por isso é bom chegar cedo para conseguir redes por cerca de R$ 30. Ali tem um redário em cima de uma pedra, concorridíssimo, pela vista e pelo vento que espanta todos os mosquitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Leve água e alguma comida, pois não há opção de cozinha no parque, apenas restaurantes e uma padaria. Os preços não são tão absurdos quanto se pode imaginar, mas é bom se prevenir.</span></p>
<h3><b>Ciudad Perdida</b></h3>
<figure id="attachment_2832" aria-describedby="caption-attachment-2832" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ciudad-perdida.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2832 size-full" src="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ciudad-perdida.jpg" alt="" width="960" height="332" srcset="https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ciudad-perdida.jpg 960w, https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ciudad-perdida-300x104.jpg 300w, https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ciudad-perdida-768x266.jpg 768w, https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/ciudad-perdida-740x256.jpg 740w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-2832" class="wp-caption-text">Local sagrado dos Tayrona. Foto: reprodução.</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Este é um passeio para os amantes de trekking e aventureiros em geral. Perto do Parque Tayrona tem a entrada para a Ciudad Perdida, um longo caminho até o local sagrado da antiga tribo Tayrona. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São pelo menos 3 noites dormindo no meio da selva, 4 dias caminhando serra acima e vivendo alguns perrengues. Chuvas torrenciais são comuns neste caminho, que normalmente é feito através das empresas credenciadas com guias locais, normalmente os próprios índios descendentes dos Tayrona.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor é bastante salgado, beirando os R$ 1.000, mas inclui transporte, hospedagem, comida e água durante todo o trajeto. Uma dica é contratar o passeio diretamente com as empresas <a href="http://wiwatours.com/?lang=en" target="_blank">Wiwa</a>, <a href="http://www.guiasybaquianos.com/" target="_blank">Guías y Baquianos</a> ou <a href="http://expotur-eco.com/" target="_blank">Expotour</a>, e não pelo hostel, que recebe uma comissão por venda. Pesquise bem e você poderá ganhar algum desconto para fazer este incrível passeio conhecido como Machu Picchu caribenho.</span></p>
<h3><b>Palomino</b></h3>
<p><a href="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Palomino-2.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-2828 size-full" src="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Palomino-2-e1490636574821.jpg" alt="" width="1500" height="997" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cerca de uma hora do Parque Tayrona e duas de Santa Marta, está a pequena e pacata vila de Palomino. Ainda pouco procurada pelos turistas, Palomino é o lugar ideal para ir descansar depois das caminhadas pelo Tayrona ou pela Ciudad Perdida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para chegar, basta pegar o mesmo ônibus que vai para o Tayrona e continuar até o ponto final, que é na rodovia mesmo. Dali, você vai precisar descer até mais próximo da praia, cerca de 15 minutos caminhando. Ou se render aos mototaxistas que inevitavelmente vão te abordar até mesmo antes de você descer do ônibus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há boas opções de hospedagem, quarto compartilhado por mais ou menos R$ 35 ou redes por cerca de R$ 20. A comida também é barata, com muitas opções que as famílias locais oferecem. Há também alguns restaurantes mais elaborados, mas não tão mais caros. </span></p>
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		<title>Conheça a Bogotá dos Colombianos: Descubra as dicas de roteiros de quem mora por lá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marina Ferrarezze]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2017 23:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nada como conhecer a fundo os lugares por onde passamos, e um mochileiro que se preze sempre vai valorizar os passeios menos turísticos. Por isso, fizemos uma seleção dos lugares mais legais na Bogotá dos bogotanos, ou rolos, como eles dizem. Isso mesmo, rrrrrrôlos. Parques e caminhadas em Bogotá Para passeios diurnos, há uma infinidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b></b><span style="font-weight: 400;">Nada como conhecer a fundo os lugares por onde passamos, e um mochileiro que se preze sempre vai valorizar os passeios menos turísticos. Por isso, fizemos uma seleção dos lugares mais legais na Bogotá dos bogotanos, ou </span><i><span style="font-weight: 400;">rolos</span></i><span style="font-weight: 400;">, como eles dizem. Isso mesmo, </span><i><span style="font-weight: 400;">rrrrrrôlos</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<h3><b>Parques e caminhadas em Bogotá</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para passeios diurnos, há uma infinidade de parques e praças enormes e bem cuidadas para aproveitar uma brechinha do frio, se houver. O </span><b>Parque Simón Bolívar </b><span style="font-weight: 400;">é o maior deles e, por estar um afastado do centro de Bogotá, é pouco explorado pelos turistas. Mas vale muito a pena pegar um Transmi até a estação Salitre el Greco e caminhar cerca de 15 minutos até o parque.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem gosta de caminhadas pode tentar se aventurar a subir a montanha que dá na master turística Monserrate, mas prepare seu fôlego, pois a subida é bastante inclinada e lá em cima são mais de 3 mil metros acima do nível do mar.</span></p>
<figure id="attachment_2838" aria-describedby="caption-attachment-2838" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Bogota-e1490638550522.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2838 size-full" src="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Bogota-e1490638550522.jpg" alt="" width="1500" height="997" /></a><figcaption id="caption-attachment-2838" class="wp-caption-text">Vista de Monserrate. Foto: Brennan Ehrhardt.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma subida mais leve é pela </span><b>Quebrada la Vieja</b><span style="font-weight: 400;">, que abre às cinco da manhã e tem policiamento até as 10h. Essa informação não está aqui à toa, já que há muitos relatos de roubos na trilha depois da saída da polícia. Por isso, vá cedinho e aproveite a vista da montanha, mas não demore muito. A caminhada começa no cruzamento da Calle 71 e Carrera 4 e você deve passar por um riozinho que corta um pequeno e grafitado túnel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro passeio em meio a natureza pode ser feito durante a semana, exceto pela sexta-feira, no enorme campus da </span><b>Universidad Nacional</b><span style="font-weight: 400;">. Normalmente é possível entrar sem maiores problemas e zanzar entre os universitários e as muitas barraquinhas que vendem desde DVDs piratas de filmes cult, frutas, artesanato, churrasco e guloseimas em geral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante os domingos, as ruas mais movimentadas da cidade fecham para servirem como ciclovia e pista de caminhada para locais e turistas. O </span><b>Parque Nacional</b><span style="font-weight: 400;">, na Carrera 7, é um bom lugar para descansar de uma caminhada que começa na Candelária, onde está a maioria dos hostels.</span></p>
<h3><b>Cinemas, planetário, teatros e sebos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Falando na Séptima, a Carrera 7, ali estão alguns dos cinemas mais bacanas da cidade. A </span><b>Cinemateca Distrital</b><span style="font-weight: 400;"> apresenta filmes novos e não tão novos assim, de todo o mundo, por preços bem em conta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ali pertinho está o </span><b>Planetário </b><span style="font-weight: 400;">da cidade, outro passeio interessante e fora do eixo turístico. Dependendo da sua sorte, você pode ver uma apresentação de lasers que dançam ao som de famosas bandas do rock internacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um pouco mais pra frente, está o </span><b>Cine Tonalá</b><span style="font-weight: 400;">, uma mistura de restaurante, café, baladinha e cinema em uma casa simpática, perto do </span><b>Parque Nacional</b><span style="font-weight: 400;">. Point dos bogotanos moderninhos, sempre oferece uma variedade de filmes cult a preços bem atrativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os teatros da cidade estão concentrados no centro, Teusaquillo, Chapinero e há mais alguns pela região norte. Um dos principais leva o nome do político </span><b>Jorge Eliecer Gaitan</b><span style="font-weight: 400;">, assassinado na década de 40 por questões políticas. Também em Teusaquillo está a </span><b>Casa Ensamble</b><span style="font-weight: 400;">, um teatro e restaurante muito frequentado pelos bogotanos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ali pertinho, na Calle 45 há um monte de sebos, uma ótima pedida para quem quer comprar algum livro colombiano sem gastar horrores em uma edição nova. Se você for passear pela Universidad Nacional, pode sair pela passarela que cai na Calle 45 e ir conhecer estes empoeirados sebos.</span></p>
<h3><b>Paloquemao</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem gosta de passear por mercados municipais vai adorar conhecer o Paloquemao, que está na região central e pode ser acessado pelo Transmilenio ou até mesmo em uma caminhadinha mais longa descendo a Calle 19 desde a região do Parque de los Periodistas, na Candelária. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existe até um tour para gringos que passa pelo mercado, mas a visita solo é muito agradável e te dá mais liberdade para conversar com os vendedores que em geral são muito simpáticos com estrangeiros curiosos sobre as exóticas frutas que eles vendem.</span></p>
<h3><b>Candelária</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo bem que a Candelária é sim um lugar super turístico, mas existem pequenos restaurantes, museus, livrarias e lojinhas em geral que fazem desta área da cidade uma ótima pedida para os mochileiros que querem conhecer Bogotá a fundo. Evite os estabelecimentos muito próximos da Plaza Simón Bolívar, pois ali tudo vai ser mais caro.</span></p>
<figure id="attachment_2836" aria-describedby="caption-attachment-2836" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Bogota-2.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2836 size-full" src="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Bogota-2-e1490638632185.jpg" alt="" width="1500" height="844" /></a><figcaption id="caption-attachment-2836" class="wp-caption-text">Plaza Simón Bolívar. Foto: Brennan Ehrhardt</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na frente do </span><b>Museo Botero</b><span style="font-weight: 400;">, que indicamos muito que você conheça, está a </span><b>Biblioteca Luis Angel Arango</b><span style="font-weight: 400;">, que além de ter um acervo impressionante, oferece concertos de música clássica com jovens solistas por preços bem baratinhos. Vale a pena se informar sobre a programação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um pouco mais para cima está o </span><b>Chorro de Quevedo</b><span style="font-weight: 400;">, que</span> <span style="font-weight: 400;">deve ser o lugar que abriga mais doidões por metro quadrado numa noite de sexta-feira em Bogotá, ou seja, se você estiver na cidade neste dia, pode começar o esquenta por ali mesmo.</span></p>
<h3><b>San Victorino</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem conhece a 25 de Março, em São Paulo, vai se sentir em sua versão colombiana nesta área da cidade. Lugar lotadíssimo, vendedores gritando no seu ouvido e todo o tipo de bugiganga que você pode pensar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para compras ou só para conhecer um pouco mais a cultura local, é um passeio muito interessante, mas, como dizem os colombianos, não dê </span><i><span style="font-weight: 400;">papaya</span></i><span style="font-weight: 400;">. Isso é, cuide bem dos seus pertences e não fique com o seu celular na mão o tempo todo, já que todo lugar muito movimentado pode trazer alguns riscos.</span></p>
<h3><b>Vida noturna</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem algumas áreas mais badaladas em Bogotá, como a zona Rosa, zona T, la Macarena, Chapinero e também a Candelária. Há também o super turístico <strong>Andrés Carne de Rés</strong>, mas esse não faz parte do dia-a-dia dos bogotanos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos destaques da vida noturna da cidade, seja para locais, como também para turistas, é o </span><b>Theatron</b><span style="font-weight: 400;">, balada gay que agrada a todos. Gigante, tem 13 (!!!) ambientes diferentes, toca desde eletrônico até salsa, como a maioria das baladas super ecléticas da Colômbia e de fim de semana normalmente tem open bar.</span></p>
<figure id="attachment_2837" aria-describedby="caption-attachment-2837" style="width: 1661px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/17571442_10210577845814633_613377173_o.png"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2837 size-full" src="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/17571442_10210577845814633_613377173_o.png" alt="" width="1661" height="935" srcset="https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/17571442_10210577845814633_613377173_o.png 1661w, https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/17571442_10210577845814633_613377173_o-300x169.png 300w, https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/17571442_10210577845814633_613377173_o-768x432.png 768w, https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/17571442_10210577845814633_613377173_o-1024x576.png 1024w, https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/17571442_10210577845814633_613377173_o-740x417.png 740w" sizes="(max-width: 1661px) 100vw, 1661px" /></a><figcaption id="caption-attachment-2837" class="wp-caption-text">Disco Jaguar. Foto: reprodução. http://estudioplata.com/gallery/disco-jaguar/</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra opção bastante tradicional é a </span><b>Disco Jaguar</b><span style="font-weight: 400;">, também na região de Chapinero. Durante a semana é um café e restaurante, mas no final de semana seus ambientes luxuosos se transformam em uma balada para ninguém botar defeito.  </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Orçamento de viagem: Quanto levar para um mochilão na Colômbia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marina Ferrarezze]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Apr 2017 13:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilando]]></category>
		<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Colombia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao se planejar para um mochilão na Colômbia, é fundamental se inteirar sobre a moeda e os valores de hospedagem, alimentação e transporte para não passar muito perrengue. A Colômbia é um país riquíssimo culturalmente e possui paisagens naturais que vão te encantar e, para aproveitar bem tudo o que a Colômbia tem para oferecer, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b></b><span style="font-weight: 400;">Ao se planejar para um mochilão na Colômbia, é fundamental se inteirar sobre a moeda e os valores de hospedagem, alimentação e transporte para não passar muito perrengue. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Colômbia é um país riquíssimo culturalmente e possui paisagens naturais que vão te encantar e, para aproveitar bem tudo o que a Colômbia tem para oferecer, é bom se organizar para conhecer o máximo possível em seu mochilão.</span></p>
<h3><b>Moeda</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Pode ir se acostumando com os zeros em excesso, pois a moedinha menos valiosa na Colômbia já são 50 pesos colombianos, ou COP. R$ 1 vale mais ou menos COP 900, mas para a conversão ficar mais fácil, uma dica é cortar os zeros e elevar alguns centavos ou reais, dependendo da quantidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, algo que custe COP 2000 vai dar mais ou menos uns R$ 2,20. Já algo de COP 50.000, vai dar uns R$ 54. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os valores vão variar muito dependendo da cidade em que você estiver, mas aqui vão algumas médias para você ir se familiarizando: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Garrafa de 500ml de água: COP 2.000</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Coca-cola lata: COP 2.500 </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Cerveja lata: COP 3.500 </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Passagem de ônibus: entre COP 1.400 e COP 2.200</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">PF (</span><i><span style="font-weight: 400;">corrientazo</span></i><span style="font-weight: 400;">): entre COP 7.000 e COP 12.000 </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Arepa: entre COP 1.200 e COP 4.000</span></li>
</ul>
<h3><b>Hospedagem</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Hostel é o que não falta na Colômbia, desde os mais organizados e limpos até aqueles bem furada. Muitos deles são de estrangeiros que, em viagem à Colômbia, se apaixonaram pelo país e resolveram abrir ali um negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A diária pode ser muito em conta, desde que você reserve com antecedência e não seja alta temporada. Valores para a baixa temporada variam entre COP 18.000 e COP 35.000 por cama em quarto compartilhado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">San Andrés, a ilha caribenha super procurada pelos brazucas, é o lugar com a hospedagem mais cara entre as cidades mais turísticas. Os valores em baixa temporada vão girar ao redor dos COP 50.000.</span></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você vai em esquema bem apertado de grana, existem lugares no litoral que aceitam hóspedes em suas redes, por valores entre COP 15.000 e COP 20.000. Há lugares que, se você leva sua própria rede, a diária sai por até COP 10.000! Mas a reserva de redes não é muito comum, por isso você corre o risco de chegar e não ter vagas, principalmente no final de semana.</span></p>
<h3><b>Comida</b></h3>
<figure id="attachment_2841" aria-describedby="caption-attachment-2841" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Paloquemao.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2841 size-full" src="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Paloquemao-e1490636859236.jpg" alt="" width="1500" height="844" /></a><figcaption id="caption-attachment-2841" class="wp-caption-text">Marcado Paloquemao, em Bogotá. Foto: reprodução. http://www.flavorsofbogota.com/to-the-market-palo-quemado/</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o plano é comprar em supermercado e cozinhar, seu mochilão pode sair realmente muito em conta, principalmente nas cidades agraciadas pelo supermercado </span><i><span style="font-weight: 400;">low cost </span></i><span style="font-weight: 400;">D1. Em Bogotá, Medellín e em algumas cidades do Eje Cafetero, faça compras no D1 para cozinhar no hostel por pouquíssimos pesos.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra dica para os mochileiros mestres cuca é ir nos mercados municipais, que normalmente são mais baratos para comprar frutas, vegetais, ovos e carnes. No litoral, peixes podem ser uma ótima pedida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Colômbia você vai encontrar embalagens super pequenas, como uma mini garrafa de óleo ou um pacote de apenas um rolo de papel higiênico. Genial!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Comer fora também pode ser uma experiência bastante econômica, mas fuja dos lugares mais turísticos, como perto da Plaza Simón Bolívar, em Bogotá. A versão colombiana dos PFs são os </span><i><span style="font-weight: 400;">corrientazos</span></i><span style="font-weight: 400;">, que geralmente contam com sopa de entrada, arroz, feijão (ou lentilha, ou grão de bico), salada, carne e um suco. Nas regiões centrais, um </span><i><span style="font-weight: 400;">corrientazo </span></i><span style="font-weight: 400;">baratíssimo pode sair entre COP 7.000 e COP 12.000 e te dar energia por muitas horas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os amantes da comida de rua, arepas devem entrar no cardápio. Um bolinho de farinha de milho feito na chapa e muitas vezes recheado pode custar entre COP 1.200 e COP 4.000. Salchipapas, uma versão turbinada das básicas batatas fritas, vem com salsicha frita, salada e molhos por cerca de COP 6.000. Há também uma versão gigante de pizza que é muitas vezes encontrada perto de universidades pela bagatela de COP 3.000 a COP 4.500 cada fatia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você for num restaurante modesto, um prato à la carte deve custar entre COP 20.000 e COP 35.000, o que também não é caro. Mas em regiões mais moderninhas e turísticas, este valor pode ser bem salgado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os valores médios por dia vai depender muito do tipo de mochileiro que você é, mas dá para comer muito mais do que miojo e atum por cerca de COP 40.000 por dia. </span></p>
<h3><b>Transporte</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O transporte público na Colômbia é bem econômico, mas não espere mil maravilhas. A não ser em Medellín, que conta com um sistema de metrô. O esquema é aprender a se virar com os ônibus urbanos. Valores médios são de COP 2.000.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O táxi é bem barato e você vai se surpreender com a quantidade destes amarelinhos por toda a Colômbia. São bem econômicos, mas dependendo da cidade, principalmente na costa, não existe taxímetro, então é bom praticar a negociação em espanhol. Saiba que eles sempre vão cobrar mais de turistas, então </span><i><span style="font-weight: 400;">regatear </span></i><span style="font-weight: 400;">é preciso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O transporte de ônibus entre cidades é bastante econômico. Uma passagem de Bogotá para Santa Marta, por exemplo, são 18 horas de viagem por cerca de COP 80.000 em um ônibus bastante confortável. O que dificulta são as montanhas e curvas por todo o país, mas se você não tiver problema com enjoo, pode contar com o transporte rodoviário numa boa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existe uma companhia aérea </span><i><span style="font-weight: 400;">low cost</span></i><span style="font-weight: 400;">, a Viva Colombia, que normalmente tem ótimas promoções, inclusive para San Andrés. Comprando com antecedência de pelo menos um mês, você consegue encontrar trechos por menos de COP 100.000. Fique atento às especificações de bagagens. Bagagem de mão é grátis até certo tamanho e peso e se você precisar despachar, vai ter que pagar COP 25.000 por mala de até 20 quilos.</span></p>
<h3><b>Extras</b></h3>
<figure id="attachment_2842" aria-describedby="caption-attachment-2842" style="width: 852px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Cabo-San-Juan.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2842 size-full" src="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Cabo-San-Juan.jpg" alt="" width="852" height="480" srcset="https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Cabo-San-Juan.jpg 852w, https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Cabo-San-Juan-300x169.jpg 300w, https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Cabo-San-Juan-768x433.jpg 768w, https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Cabo-San-Juan-740x417.jpg 740w" sizes="(max-width: 852px) 100vw, 852px" /></a><figcaption id="caption-attachment-2842" class="wp-caption-text">Cabo San Juan, no Parque Tayrona. Foto: Reprodução. https://www.shutterstock.com/video/clip-18795842-stock-footage-sunrise-on-a-paradisiac-beach-cabo-san-juan-tayrona-national-park-colombia.html?src=rel/5921339:3</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passeios em lugares turísticos podem ser um pouco salgados, mas ainda assim bastante praticáveis. Subir no Peñol de Guatapé vai custar COP 15.000. Entrar no Parque Tayrona, COP 44.500. Um dia de mergulho com equipamento incluído vai sair por cerca de COP 200.000 nas redondezas de Santa Marta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para passeios é recomendável entrar em contato diretamente com a agência que o oferece, pois fechar com o hostel significa que você pagará a comissão deles. E lembre-se: sempre negocie. Alguns preços são tabelados, mas a maioria é bastante negociável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sair para tomar uma cervejinha, dependendo da região, é bem em conta. Barzinhos  em áreas turísticas são claramente mais caros, mas há opções para mochileiros apertados de grana, basta procurar bem. </span></p>
<h3><b>Previsão de gastos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você conseguir manter a média de hospedagem em COP 30.000, não passar dos COP 40.000 de comida, COP 15.000 em transporte público e COP 10.000 de extras por dia, um mochilão de 10 dias na Colômbia vai sair em média COP 950.000, ou seja, cerca de R$ 1.000.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nestes valores não incluímos transporte aéreo, rodoviário, passeios, nem rolês ostentação, mas dá pra perceber que viajar pela Colômbia não é caro e com um pouquinho de planejamento pode ser o seu próximo destino. </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Valores pesquisados em março/2017.</span></i></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Palomino para mochileiros: Dicas, passeios e roteiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marina Ferrarezze]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Mar 2017 12:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilando]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros]]></category>
		<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Caribe Colombiano]]></category>
		<category><![CDATA[Colombia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pense em uma praia longa e quase deserta, entre dois rios, coroada por coqueiros que balançam ao ritmo da brisa do mar. Suas águas, normalmente agitadas, são o oposto da vida local, que segue a passos lentos e preguiçosos, entre ruas de terra e a areia da praia. Essa é Palomino, no litoral norte colombiano. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Pense em uma praia longa e quase deserta, entre dois rios, coroada por coqueiros que balançam ao ritmo da brisa do mar. Suas águas, normalmente agitadas, são o oposto da vida local, que segue a passos lentos e preguiçosos, entre ruas de terra e a areia da praia.</span></p>
<figure id="attachment_2828" aria-describedby="caption-attachment-2828" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Palomino-2.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2828 size-full" src="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Palomino-2-e1490636574821.jpg" alt="" width="1500" height="997" /></a><figcaption id="caption-attachment-2828" class="wp-caption-text">Praia de Palomino. Foto: Brennan Ehrhardt</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa é Palomino, no litoral norte colombiano. O pequeno povoado ainda está desabrochando no turismo local, mas cativa a todos os seus visitantes com paisagens belíssimas, seja na praia ou na serra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Palomino é o primeiro vilarejo do departamento de La Guajira, o mais indígena de toda a Colômbia. Não é difícil encontrar índios das tribos Kogi e Arhuaco vendendo suas bolsas artesanais ou fazendo compras nas vendinhas da rodovia que corta a vila.</span></p>
<h3><b>COMO CHEGAR</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para chegar neste pequeno paraíso, você deve pegar um ônibus em Santa Marta que atravessa a Troncal del Caribe, uma rodovia entre a Sierra Nevada e o litoral caribenho, permeada por árvores e ocasionais povoados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A viagem dura em média duas horas, sendo que a metade do caminho é a entrada principal do Parque Tayrona, outro destino imperdível para quem está na região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por ser um lugar de difícil acesso, muitas pessoas escolhem deixar suas bagagens grandes no hostel em Santa Marta. Eles já estão acostumados e a maioria possui um depósito para guardar seus pertences com segurança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ideal é combinar a visita a Palomino com a estadia de pelo menos uma noite no Parque Tayrona e, se você tiver tempo e disposição, pode estender a viagem para o ponto mais ao norte da América do Sul, Punta Gallinas. E acredite: para fazer tudo isso, quanto menos peso você levar, melhor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Palomino é a última parada do ônibus, que vai te deixar no meio da rodovia sem maiores cerimônias. Assim que as portas se abrirem, os mototáxis vão te abordar. A corrida é muito barata, normalmente não passa de 3 mil pesos, o que não dá nem cinco reais, então vale a pena subir na garupa e se aventurar pelas ruas de terra da vila até o hostel. Se a ideia é economizar mesmo, a caminhada até a praia é de mais ou menos 15 minutos.</span></p>
<figure id="attachment_2827" aria-describedby="caption-attachment-2827" style="width: 918px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Palomino-1.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2827 size-full" src="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Palomino-1-e1490636961783.jpg" alt="" width="918" height="1500" /></a><figcaption id="caption-attachment-2827" class="wp-caption-text">Caminho da rodovia até a praia. Foto: Brennan Ehrhardt</figcaption></figure>
<h3><b>ROTEIRO</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você combinar esta visita com o Tayrona, vá antes ao parque e depois descanse nas belas praias de Palomino por pelo menos uma noite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao chegar, almoce em algum dos modestos restaurantes da rodovia ou da rua principal e desça para a praia para aproveitar os últimos raios de sol. À noite, se for um dia de semana, contente-se em sair para comer e olhar as estrelas. No final de semana, há alguns hostels e restaurantes que contam com música ao vivo, mas a vida noturna não é o forte de Palomino. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No dia seguinte, acorde cedo para curtir um passeio pela mata e fazer a descida em boia pelo rio Palomino, que termina na praia. Aproveite um solzinho e depois do almoço você vai ver que a praia está mais cheia e com muitos surfistas. Você pode alugar uma prancha ou fazer aulas de surf e depois jantar pela praia mesmo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a ideia é descansar, uns dias a mais podem ser o ideal para caminhar pela serra, fazer yoga ou apenas recarregar as energias antes de seguir viagem para Punta Gallinas ou voltar para Santa Marta.</span></p>
<h3><b>HOSPEDAGEM </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">É muito comum que se planeje ficar em Palomino uma ou duas noites, mas que a estadia vá se estendendo até onde der. Palomino possui uma energia muito boa e a tendência é ficar ali para descansar da correria da viagem por quanto tempo seu roteiro permitir. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A vila possui opções de hospedagem para todos os gostos e bolsos. Na rua principal, que desce da rodovia até a praia, estão hostels com preços tentadores. Com menos de R$ 35 você encontra opções que incluem café da manhã.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estes mesmos hostels econômicos oferecem uma opção ainda mais roots de hospedagem: redes por cerca de R$ 20. Elas geralmente possuem um mosquiteiro que te garante uma bela noite de sono longe dos pernilongos. Esta opção não estará em sites de busca como o <a href="http://www.booking.com/index.html?aid=905540" target="_blank">Booking.com</a>, então ao chegar no hostel, pergunte se </span><i><span style="font-weight: 400;">hay hamacas</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<figure id="attachment_2829" aria-describedby="caption-attachment-2829" style="width: 1043px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Palomino-3.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2829 size-full" src="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Palomino-3-e1490637050190.jpg" alt="" width="1043" height="1500" /></a><figcaption id="caption-attachment-2829" class="wp-caption-text">Hamaca en Palomino. Foto: Brennan Ehrhardt</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Há também alguns hostels mais badalados, como é o caso do <a href="http://www.booking.com/hotel/co/the-dreamer-hostel-palomino.html?aid=905540&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1&amp;room1=A" target="_blank">The Dreamer</a>, um hostel com cara de hotel que é campeão de venda entre os visitantes estrangeiros, cheio de atividades e entretenimento. Outro destaque é o hotel e restaurante <a href="http://www.booking.com/hotel/co/finca-escondida.html?aid=905540&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1&amp;room1=A" target="_blank">Finca Escondida</a>. Este, sem dúvidas, tem a melhor relação custo-benefício, já que oferece acomodações compartilhadas, redes e camping por um preço justo e é literalmente pé na areia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div><ins class="bookingaff" data-aid="1261254" data-target_aid="905540" data-prod="dfl2" data-width="300" data-height="400" data-dest_id="-594206" data-dest_type="city"><br />
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</ins></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>PASSEIOS</b></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b>Descida do rio Palomino em uma boia</b></h4>
<div class="mceTemp">
<p><a href="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/tubing2.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2822 size-full" src="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/tubing2.jpg" alt="" width="640" height="364" srcset="https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/tubing2.jpg 640w, https://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/tubing2-300x171.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você vai ver alguns mototaxistas andando com turistas e desajeitadas boias. Eles estão indo para o rio que dá nome à vila para fazer o passeio mais famoso do local.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você pode negociar o valor diretamente com os mototaxistas que ficam na rua principal e na rodovia ou se informar no hostel em que você está hospedado. Há a opção de ter um guia local para te acompanhar na caminhada e ajudar na descida do rio, mas o passeio pode ser feito sem guia tranquilamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A aventura começa no meio da mata e você deve caminhar cerca de uma hora até chegar na beira do rio. A paisagem é maravilhosa e se você for cedinho, vai poder ver de longe os picos nevados e reluzentes da Sierra de Santa Marta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Chegando lá, é só segurar bem os seus calçados, sentar confortavelmente na boia e apreciar a vista. Por isso, quanto menos coisas você levar, melhor. A descida é normalmente muito tranquila, mas existem trechos mais velozes que podem molhar seus pertences. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A descida deve durar cerca de uma hora em um ritmo lento e agradável. Como as águas do rio vem da Sierra Nevada, elas podem estar bastante frias, por isso evite ir nas últimas horas do dia ou você vai chegar na praia congelando. </span></p>
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<h4><b>Eco caminhada </b></h4>
<p>Existem alguns guias que oferecem caminhadas guiadas pelas montanhas, inclusive passando em algumas tribos para conhecer a vida dos índios locais.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este tipo de passeio, desde que feito com pessoas credenciadas, pode ajudar e muito a vida dos locais. Converse na recepção do seu hostel para obter informações de horários e dias em que os passeios saem. </span></p>
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<h4><b>Aprecie o céu</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O céu em Palomino é um espetáculo à parte e se você calhar de ir durante a Lua Nova, vai ver constelações que não imaginava que existiam. Depois do jantar, um bom lugar para fazer digestão é deitado nas areias da praia, se surpreendendo com as estrelas cadentes. Não esqueça de levar uma lanterna para voltar para o hostel, pois a iluminação noturna, felizmente, não é das mais brilhantes.</span></p>
<figure id="attachment_2822" aria-describedby="caption-attachment-2822" style="width: 1500px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Palomino-4.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2826 size-full" src="http://planetacativante.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Palomino-4-e1490638185484.jpg" alt="" width="1500" height="997" /></a><figcaption id="caption-attachment-2822" class="wp-caption-text">Caminhada na serra com as boias. Foto: reprodução. https://latinchattin.com/2014/05/24/palomino-beach-combing-river-tubing/</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o papo for bom e você varar a noite na praia, você pode se dirigir para o rio San Salvador, uma caminhada de meia hora da rua principal, para apreciar um belíssimo nascer do sol. Nas primeiras horas da manhã é possível ver nitidamente os picos nevados da Sierra de Santa Marta. Se você não for muito madrugador, pode deixar para ver o pôr-do-sol no rio Palomino.</span></p>
<h5><b>DICAS</b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se esqueça de levar dinheiro em espécie. Por ser uma vila muito pequena, grande parte dos estabelecimentos é familiar e não aceita cartão. Além disso, o caixa eletrônico mais próximo está a alguns quilômetros e chegar lá é, além de cansativo, um pouco caro.</span></p>
</div>
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